“— Você o ama? — Amei por muito tempo. — O verbo “amar” no passado não existe. Ou se ama pra sempre ou nunca se amou verdadeiramente. Ela sorri. — Não, o amor é forte e pode ser duradouro. Mas ele também se cansa quando não é correspondido, quando é maltratado e quando ninguém se importa. O verbo amar no passado existe sim, amar sozinho que não. Porque o amor também é troca: um faz o outro feliz, simples.”
Desistir de você não foi opção. (Source: 10-de-dezembro, via lolizimmermann)

Desistir de você não foi opção.

wishingbehappy:

Quando eu estava ao seu lado, o mundo parava de girar. Cada som, cada palavra, desaparecia. Não havia mais nada além de nós dois. Quando sua mão, sem querer, encostava na minha, eu sentia que precisava te segurar para sempre, que eu não podia te deixar ir embora nunca. Quando seu olhar encontrava o meu, eu sorria involuntariamente, e sentia que você lutava contra o sorriso bobo que se formava nos seus lábios. Quando eu ouvia sua voz, qualquer bobagem que você falasse, era tudo o que eu precisava escutar. Ah, como eu daria tudo pra voltar para aqueles momentos, em que o mundo parava e vida girava só para a nossa felicidade. Como eu queria voltar ao tempo em que a gente se falava o tempo todo, você me dava apelidos, eu ria das suas piadas, eu te ajudava com o que era preciso, e você apenas me olhava, e não falava nada. Eu só que queria voltar para o tempo em eu estava na sua vida, você estava na minha, e eu podia sentir seu perfume e seu olhar em mim todos os dias. (wishingbehappy)

”Eu também fico triste. Não sou de ferro. As vezes choro a noite e no outro dia acordo com um sorriso no rosto. E tenho aquela mania clichê de sorrir fora de hora, mesmo não querendo. Sorrir amarelo só pra mostrar o quanto sou forte. Também tenho vontade de sumir, ir pra bem longe. Pensa que só você sente isso amigo? Infelizmente, eu também sinto o mesmo. Tenho vontade de mandar todos sumirem da minha vida e não voltarem tão cedo, mas o fato é se eu disser tudo o que está entalado na garganta, tudo o que doí dentro do peito, vou me arrepender amargamente depois. Tenho vontade de cortar laços, desfazer amizades e me afastar, mas sei que vou sentir saudades mais cedo ou mais tarde. E também tenho aquela imensa vontade de congelar o tempo, só pra não me entristecer mais ou chorar, mas não da. Tempo é uma coisa que a gente não pode controlar, mandar ou parar, somente viver ou se preferir - sobreviver. Eu também tenho vontade de desistir, jogar tudo pro alto como se não se existisse futuro, mas no outro dia acordo cedo, faço as mesma coisas, converso com as mesmas pessoas e choro pelas mesmas tristezas e no final do dia me canso novamente.” — Kássia Ferreira (poetas-suicidas) 
Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer? (Source: ironyisgood, via ilestchuckbass)

Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?

literallysame:

hurricane irene. never forget.